Não é como se adiantasse eu falar do que sinto, do que penso e do que vivo. Você mal ouve. Você mal lê. E quando o faz, mal responde. Não me ajuda. Não me conforta. Pouco diz. E, parece, pouco sente. Você mal se importa. Mal se interessa. Mal corresponde aos meus anseios. Então, para quê?
— Liza Bolarg. (via aprendizdepoeta)
Enquanto não superarmos a ânsia do amor sem limites, não podemos crescer emocionalmente. Enquanto não atravessarmos a dor de nossa própria solidão, continuaremos a nos buscar em outras metades. Para viver a dois, antes, é necessário ser um.
— Fernando Pessoa. (via diminuido)
Quem éramos nós antes de nós? Se começássemos à nos explicar muito ficaremos sem assunto de início, porque de dúvidas somos feitos. Há quem fale sobre o amor, ou quem delata a solidão que vive, mas nós, há, nós somos a implicância de cada sorriso, o desespero de cada lágrima inevitável. Somos o que queremos e tentamos ser, acho que o certo seria, nós somos o nó que a vida parou para desatar.
— Wilkeer Souza. (via diminuido)
Quando renunciamos aos nossos sonhos e encontramos a paz temos um pequeno período de tranquilidade. Mas os sonhos mortos começam a apodrecer dentro de nós, e infestar todo o ambiente em que vivemos. Começamos a nos tornar cruéis com aqueles que nos cercam, e finalmente passamos a dirigir esta crueldade contra nós mesmos. Surgem as doenças e psicoses. O que queríamos evitar no combate - a decepção e a derrota - passa a ser o único legado de nossa covardia. E, um belo dia, os sonhos mortos e apodrecidos tornam o ar difícil de respirar e passamos a desejar a morte, a morte que nos livrasse de nossas certezas, de nossas ocupações, e daquela terrível paz das tardes de domingo.
— Paulo Coelho. (via diminuido)
Mas a verdade é que eu odeio o equilíbrio. Porra, se eu tô puta, eu tô puta! Se eu tô com ciúme, não vou sorrir amarelo e mostrar controle porque preciso parecer forte e bem resolvida.





